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sábado, 9 de julho de 2016

Planta medicinal: Hortelã




O nome cientifico da Hortelã comum é Menta spicata e pode ser comprada em lojas de produtos naturais, farmácias de manipulação ou mercados livres, e pode ser usada para fazer chá ou tinturas, ou pode ser comprada na forma de cápsulas com óleo ou extrato seco da planta ou na forma de óleos essenciais para a pele.

Benefícios da hortelã

· Seus importantes efeitos antiespasmódicos e carminativos ajudam a combater problemas digestivos, especialmente em casos de indigestão, flatulência e dores estomacais ou câimbras.
· Seus componentes expectorantes ajudam também nos tratamentos das vias respiratórias.
· Essa erva medicinal é bastante eficaz nos tratamentos das dores menstruais.
· A hortelã tem componentes muito eficazes no combate a problemas nervosos, relaxando as tensões e evitando as possíveis consequências derivadas dessa condição.
· É um antisséptico e analgésico muito eficaz e, portanto, é recomendada para o tratamento de feridas. Como é usada? A lavagem da ferida com uma infusão consistente da planta proporciona alívio imediato da dor e ajuda a acelerar o processo de cura, podendo também ser aplicada sobre algumas queimaduras, com acréscimo de azeite de oliva à infusão da planta, evitando assim a ardência e possível infecção.
· Essa maravilhosa planta combate o mau hálito com um de seus componentes principais, de sabor refrescante, o mentol, mantendo seu cheiro agradável durante todo o dia.
· O consumo do delicioso chá de hortelã antes de dormir ajuda a ter um descanso muito relaxante e restaurador.
· A infusão desta planta é altamente recomendada para combater os gases acumulados no trato digestivo, eliminando as flatulências.

Efeitos colaterais da Hortelã
Os efeitos colaterais da Hortelã podem incluir alterações no trânsito intestinal, como diarreia ou prisão de ventre ou reações de alergia, com sintomas como vermelhidão, coceira e urticária na pele.

Contraindicações da Hortelã

A Hortelã está contraindicada para grávidas, mulheres a amamentar, crianças com menos de 5 anos e pacientes com refluxo ou hérnia de hiato.


* Créditos das fotos: Jacy Santos


Árvore de Mamoeiro e seu fruto mamão


O mamão é a única espécie do gênero Carica da planta família Caricácea. Nativa dos trópicos do continente americano, talvez do sul do México e dos países vizinhos na América Central, vários séculos antes do surgimento das civilizações mesoamericanas clássicas. Brasil está entre os maiores produtores mundiais do fruto. Mamoeiro representa espécie que não se adapta em regiões com intensas geadas e poucas características tropicais no clima.

CLASSIFICAÇÃO CIENTÍFICA
Reino: Plantae
Divisão: Magnoliophyta
Classe: Magnoliopsida
Ordem: Brassicales
Família: Caricaceae

INFORMAÇÕES GERAIS

• A árvore que produz o mamão chama-se mamoeiro. Esta árvore produz o fruto durante o ano todo, porém a safra ocorre nos meses de maio, junho, agosto e outubro.
• Possui um formato oval e sua casca é lisa. Quando está maduro apresenta-se na cor amarela.
• Sua polpa interna é macia de cor alaranjada, sendo que no centro existem muitas sementes.
• Quando maduro apresenta um sabor doce e suave.
• Existem diversas variedades de mamão. As mais conhecidas no Brasil são: mamão papaia, mamão formosa, mamão-da-baía, mamão-macho e mamão-da-índia.
• Cada 100 gramas de mamão apresenta, em média, 50 calorias.
• É uma fruta muito nutritiva, apresentando vitaminas A, C e do complexo B. Possui também sais minerais, tais como: ferro, cálcio e fósforo.
• Este fruto possui também a papaína, uma enzima que auxilia na digestão dos alimentos e absorção de nutrientes pelo organismo.
• A origem deste fruto é a região sul do México.
• O mamão é muito utilizado na culinária, principalmente em sucos, vitaminas, doces e até mesmo em saladas.
O mamoeiro adapta-se facilmente em solos de regiões de clima tropical.

MAMÃO
O mamão é a única espécie do gênero Carica da planta família Caricácea. Nativa dos trópicos do continente americano, talvez do sul do México e dos países vizinhos na América Central, vários séculos antes do surgimento das civilizações mesoamericanas clássicas. Brasil está entre os maiores produtores mundiais do fruto. Mamoeiro representa espécie que não se adapta em regiões com intensas geadas e poucas características tropicais no clima.
Fruto ainda verde e quando amadurece
 apresenta uma coloração alaranjada.
CARACTERÍSTICAS DO MAMOEIRO
Mamoeiro, grande árvore com única haste que cresce de 5 a 10m (16 a 33 pés) de altura, com arranjado espiral que deixa confinada a parte superior do tronco. A inferior é marcada onde folhas e frutos foram levados. Folhas são grandes possuem entre 50-70 cm (20-28 cm) de diâmetro.

As árvores são dioicas, ou seja, gametas femininos e masculinos são produzidos por indivíduos distintos, fêmea e macho, respetivamente. Mamoeiro não tem tendência em ser ramificado. As flores aparecem nas axilas das folhas, com vencimento em frutos grandes entre 15-45 cm de comprimento e 10-30 cm de diâmetro. Quando se sente mole o fruto fica maduro, mais ou menos como os abacates. Pele com âmbar de cor laranja. Carica Papaya foi primeira árvore transgênica com genoma decifrado.
Originalmente do sul do México (em particular, Chiapas e Vera Cruz), América Central e norte da América do Sul, o mamoeiro é cultivado na maioria dos países tropicais. No cultivo a frutificação acontece em três anos. Sensível à geada, possui produção limitada às terras tropicais.
Mamoeiro tem caule semi-herbáceo, simples e oco. Na parte de cima não existem ramos, apenas grandes folhas com nervos amarelos que estão sustentadas por longos pecíolos. Interessante notar que quando caem as folhas deixam cicatrizes no caule. As flores podem trazer cores brancas e amarelas perfumadas. De maneira geração a floração começa entre nove e dez meses depois do plantio. Espécies femininas trazer flores femininas, ao passo que hermafroditas pode carregar flores completas que geram frutos alongados e com poupa espessa.
Árvores de tendências tropicais que podem atingir altura de até oito metros. Possui vida produtiva, embora curta. Necessita de renovação média de três anos. De forma geral pode gerar frutos o ano todo, gerando cercada de cinquenta quilos de mamões anuais.

VALOR NUTRITIVO DO MAMÃO
Mamões podem ser utilizados como alimento, um auxiliar para cozinhar e na medicina tradicional. O caule e da casca pode ser utilizada em corda de produção. Mamão é considerado fonte rica de nutrientes, como vitamina A, carotenoides, vitamina C, vitaminas do complexo B, licopeno, minerais dietéticos e fibras alimentares. Da casca do mamão, polpa e sementes também contém variedade de fitoquímicos, incluindo fenóis naturais.
Valor Nutricional por 100 g (3,5 oz)
*Porcentagem relativa a recomendações para adultos nos Estados Unidos.
Energia: 163KJ (39 kcal);
Carboidratos: 9,81g;
Açúcares: 5,90g;
Fibra Dietética: 1,8g;
Gordura: 0,14g;
Proteína: 0,61g;
Vitamina A: 328mg (41%);
Tiamina (vit. B1): 0,04mg (3%);
Riboflavina (vit. B2): 0,05mg (4%);
Niacina (vit. B3): 0,338 mg (2%);
Vitamina B6: 0,1 mg (8%);
Folato (B9): 38ug (10%);
Vitamina C: 61,8 mg (74%);
Cálcio: 24mg (2%);
Ferro: 0,10mg (1%)
Magnésio: 10mg (3%)
Fósforo: 5mg (1%)
Potássio: 257mg (5%)
Sódio: 3mg (0%)

*Crédito das fotos: Jacy Santos
http://flores.culturamix.com/jardim/mamoeiro-carica-papaya-e-caracteristicas-do-mamao
http://www.boafrutabrasil.com.br/site/d01.htm

Árvore : gravioleira


A gravioleira é conhecida como Anona muricata, L, Dicotiledonea, Anonaceae. Tem hábito de crescimento ereto, pode alcançar 4 a 8 m. de altura quando adulta, abundante sistema radicular, caule único com ramificação assimétrica. As flores são perfeitas, hermafroditas, verde-escuras a verde-claras. O fruto - graviola - também conhecido como jaca-de-pobre, jaca-do-pará, coração-de-rainha, araticum manso, é uma baga composta (sincarpo) com peso oscilando entre 0,4 Kg. a 10 Kg, comprimento médio em 30 cm. e formato de coração; a casca tem espículas carnosas moles e é verde-clara na colheita. A polpa é branca sucosa. A semente com 1 a 2 cm. de comprimento, peso 0,59 g. (170 sementes/100 g.) é preta na sua retirada do fruto passando a marrom dias após; de ordinário encontra-se 100 sementes por fruto.
A graviola é uma fruta originária das Antilhas, prefere climas úmidos, baixa altitude, e não exige muito em relação a terrenos. A graviola é uma árvore de pequeno porte (atinge de 4 a 6 metros de altura) e encontrada em quase todos os países tropicais, com folhas verdes brilhantes e flores amareladas, grandes e isoladas, que nascem no tronco e nos ramos. Os frutos tem forma ovalada, casca verde-pálida, são grandes, chegando a pesar entre 750 gramas a 8 quilos e dando o ano todo. Contém muitas sementes, pretas, envolvidas por uma polpa branca, de sabor agridoce, muito delicado e semelhante à fruta-do-conde. 
A composição de 100 g. de polpa é: 60 calorias, 1 g. de proteina, 24 mg. de cálcio, 28 mg. de fósforo, 0,5 mg. de ferro, 20 mmg. Vit. A, 0,07 mg. Vit. B1, 0,05 mg. Vit. B2, 26 mg. Vit. C.
- No Nordeste brasileiro predomina o tipo de graviola nordestina ou crioula ( com frutos cordiformes, pesando entre 1,5-3,0 Kg., polpa mole, doce a sub-ácida).

USOS DA GRAVIOLEIRA
Planta: Alcaloides, como a anonina e a muricuna, são extraídos da casca do tronco, das folhas e das sementes; são destinados à produção de inseticidas.
Folha da gravioleira
 

Fruto: A polpa é consumida ao natural, com açúcar ou compondo refrescos, sucos e sorvetes apesar de ser de difícil digestão (1,8% de celulose).
Prestando-se bem ao processamento a polpa é utilizada na indústria para produção de sucos concentrados, polpas congeladas, néctar, geléias, cremes, bebidas (Cuba), diuréticos e xaropes anti-escorbuticos.

NECESSIDADES DA PLANTA
Planta originária de regiões de clima tropical a gravioleira também desenvolve-se em regiões de clima sub-tropical e tem boa adaptabilidade ao Nordeste brasileiro.

CLIMA
Requer temperatura média anual entre 25ºC a 28ºC (21-30ºC sem quedas abaixo de 12ºC), chuvas acima de 1.000 mm./ano bem distribuídos (100 mm./mês), com período seco na frutificação, umidade relativa do ar entre 75 e 80%. A região quente do semi-árido nordestino, com irrigação artificial, induz boa vegetação e produção à gravioleira.

SOLOS
A planta adapta-se a diferentes tipos de solo mas prefere aqueles profundos, bem drenados, ricos em matéria orgânica, ligeiramente ácidos - Ph entre 6,0-6,5 - não sujeitos a encharcamento e argilo-arenosos. Os solos de aluvião, bem drenados, prestam-se bem à graviola.

COLHEITA / RENDIMENTO
Gravioleiras provenientes de sementes iniciam a floração no 3º ou 4º ano pós-plantio e as enxertadas já no 1º ano de vida. A produção comercial aos 3 e 5 anos; ela permanece por 10 a 15 anos.
Sugere-se que os frutos sejam colhidos logo que a coloração da casca passar do verde escuro para o verde-claro (perda do brilho da casca e polpa levemente mole se comprimindo o fruto com dedo). Após colheita o fruto é colocado em pratileiras em ambiente com 22ºC de temperatura e 40-50% de umidade relativa. Seis dias após o fruto estará comestível durando 2-3 dias.

Graviola: uma fruta medicinal

O Brasil vem destacando-se mundialmente como um importante produtor e consumidor de frutas, especialmente as tropicais e subtropicais. Muitas fruteiras são nativas do Brasil e muitas delas ainda são desconhecidas ou pouco conhecidas.
Dentre estas, destacam-se as Anonáceas, que no passado não apresentavam importância, mas que atualmente se transformaram em cultivos rentáveis e geradores de empregos. Dentro da família das Anonáceas, destacam-se a Graviola (Annona muricata), Pinha, Ata ou Fruta-do-Conde (Annona squamosa), Cherimólia (Annona cherimola) e Atemóia (híbrido entre cherimólia e pinha).
Dentre as Anonáceas, o cultivo da gravioleira é bastante recente. Com a evolução do mercado, muitas áreas comerciais têm surgido em diversos Estados brasileiros, destacando-se Bahia, Ceará, Pernambuco, Alagoas e Minas Gerais. O fruto da graviola era destinado na quase totalidade para agroindústria visando obtenção de polpa, suco, néctar, etc.

A fruta e suas propriedades
Esta fruta é conhecida não somente por seu delicioso sabor característico, levemente azedo, bem como seu riquíssimo conteúdo em nutrientes. Cerca de 100 gramas de graviola fornecem em média 60 calorias, 25 mg de cálcio, 28 mg de fósforo e 26 mg de vitamina C (um terço da Recomendação de Ingestão Diária).
Por se tratar de uma fruta com riquíssima composição nutricional, a graviola apresenta inúmeras propriedades terapêuticas, podendo ser utilizada em sua totalidade. Aproveitam-se as folhas, as flores, os brotos, os frutos verdes ou maduros. A graviola pode ser utilizada sob a forma in natura, sob a forma de chás, preparada como cataplasmas que são sobrepostos diretamente nas afecções cutâneas e também em cápsulas que contêm os princípios nutricionais desta maravilha da natureza.
Porém, uma das maiores descobertas sobre a graviola foi sua sensacional capacidade de agir contra as células do câncer, mostrando em testes em laboratório um potencial extraordinário.
Dentre as propriedades terapêuticas da graviola pode-se destacar o seu potencial diurético, adstringente, vitaminizante, antiinflamatório, anti-reumático, bem como sua propriedade antiespasmódica, antitussígena e anticancerígena. É boa fonte de vitaminas do complexo B, importantes para o metabolismo de proteínas, carboidratos e gorduras, incrementando o cardápio com vitaminas e minerais, bom para a saúde. É ruim para pessoas com caxumba, aftas ou ferimentos na boca, que devem evitar consumi-la in natura, pois sua acidez é irritativa e pode provocar dor.

Combate ao câncer
Fruto de uma árvore proveniente da Amazônia, a Graviola é considerada uma grande aliada no combate a mais de 12 tipos diferentes de câncer; seio, pulmão, próstata entre outros.
Proporciona uma satisfatória melhora durante o tratamento em até dez mil vezes mais, do que com a quimioterapia.
Desde de 1996 o Health Sciences Institute - Instituto de Ciências e saúde dos Estados Unidos - procura e estuda dados para o tratamento do câncer, com o uso deste tipo de fruto. Foram divulgados resultados surpreendentes, em que a Graviola ajudaria realmente no combate ao câncer. Estudos "In vitro" com a Graviola foram realizados em mais de 20 laboratórios, para fim de comprovar sua real eficácia no combate as células cancerígenas.
A partir de extratos extraídos desta poderosa árvore será possível combater o câncer com uma terapia completamente natural, que não cause efeitos secundários severos como náuseas e perda de cabelo, provenientes da quimioterapia.
Proteger o sistema imunológico e evitar possíveis infecções também será possível com o uso da Graviola. Diferente da quimioterapia a Graviola não destrói células saudáveis, possuindo ação seletiva.
Algumas partes da árvore como, a casca, raiz e o fruto são usados a centenas de anos pela população indígena do Sul da América para o tratamento de doenças cardíacas, asma, problemas no fígado e artrite.
A graviola promete proporcionar um tratamento diferenciado no combate ao câncer. Um tratamento natural na maioria das vezes dá a sensação de força e vitalidade, além de melhorar a perspectiva de vida.

Usada em dosagens de 600mg na forma de cápsulas, podendo ser combinada com Vitaminas A, E, C e Selênio esse tratamento pode se tornar uma das poucas alternativas para combater o câncer.



*Crédito das fotos: Jacy Santos
Fonte: www.plantaservas.hpg.ig.com.br
           www.planetaorganico.com.br
           www.todafruta.com.br

Plantas da Amazônia: Mata-pasto

 

Outros nomes comuns que a planta recebe, variando de região para região: Maria-preta, Mangerioba-grande, Dartrial, Candelabro, Fedegoso-de-folhas-largas e Carrapicho rateiro.
Planta de folhas compostas que cresce entre 1 metro e 3 metros é originária do Brasil. Este arbusto semi-lenhoso de altura variável, floresce no início verão em nossa região, e em outras partes do país florescem no outono. Seus frutos são vagens pretas e achatadas com uma ala muito saliente.  Existem as espécies Cassia alata e a Senna alata. E pertencem à família das leguminosas. Nos campos baixos da Baixada Maranhense, a mais comum é a espécie Senna alata. Assim, o mata pasto torna-se uma planta emblemática e peculiar em nosso solo alagável.
É considerada uma planta indicadora quando nasce espontaneamente, sem ser plantada ou semeada, em uma determinada região, solo ou clima, que por ser mais adaptada a esta determinada condição, ela apresenta vantagem no seu nascimento/crescimento e desenvolvimento em relação às outras plantas, inclusive às cultivadas. Neste caso ela pode ser caracterizada como uma erva daninha ou inço se aparecer em áreas de cultivos comerciais também podendo ser chamada de planta daninha. O tipo de solo que esta planta está adaptada é solo compactado e duro ou superficialmente erodido, como o solo baixadadeiro maranhense no verão. Em solo fértil fica viçosa; em solo pobre fica pequena.
Importância
O mata-pasto, apesar de não apreciada pelos ruminantes quando verde, é muito consumida quando naturalmente seca. Apresenta, portanto, a possibilidade de ser usada como feno, para diminuir a carência alimentar dos rebanhos de bovinos, equinos e caprinos na época de seca. Transformada em feno, o mata pasto apresenta-se rico em cálcio (Ca) e fósforo (P). O mata-pasto é uma planta nutricionalmente adequada, com seu corte para fenação por volta de 120 dias.
Propriedades curativasO mata pasto também possui propriedades curativas. Segundo a medicina alternativa suas folhas, raízes e sementes são Febrífugas, diaforéticas, tônicas, purgativas, depurativas e emolientes. A raiz é tônica e as sementes anti-helmínticas. Suas folhas são indicadas no combate a dermatoses e secas cura afecções da pele, do herpes e úlceras. Combate diarreias e leucorréias. O pó da casca é usado também como cicatrizante. Os habitantes da zona rural arariense usam os galhos secos do mata pasto como lenha para queimar nos fornos onde torram a farinha d’água e para fazer fumaça para afugentar as muriçocas.


Árvore: Mangueira

Nome Científico: Mangifera indica
Nomes Populares: Manga, Mangueira
Família: Anacardiaceae
Categoria: Árvores, Árvores Frutíferas
Clima: Equatorial, Subtropical, Tropical
Origem: Ásia
Altura: acima de 12 metros
Luminosidade: Sol Pleno
Ciclo de Vida: Perene
Solo: qualquer tipo, desde que não seja encharcado
Colheita: segundo ano após o plantio se a muda for de enxertia
Flor: Agosto a novembro.
Fruto: Novembro a fevereiro.
Fruta: Manga

A mangueira é uma árvore frondosa de porte médio a alto, podendo atingir até 30 metros. Apresenta copa arredondada e simétrica, variando de baixa e densa a ereta e aberta e adquirindo eventualmente forma piramidal. Nos plantios modernos, o porte e formato da planta fica determinado pela densidade de plantio e tratos culturais, principalmente pelo sistema de poda utilizado. A folhagem é sempre verde.
O período entre o florescimento e o amadurecimento do fruto é de aproximadamente 100 a 150 dias, variando, portanto, de acordo com as condições climáticas e, sobretudo, com a variedade.
Plantio

 Deve ser cultivada sob sol pleno, em solo fértil, profundo e irrigado a intervalos periódicos. Rústica, pode-se no entanto cultivá-la em solos pobres, com menor produtividade, mas dependente de irrigação. Planta tipicamente tropical, a mangueira não tolera o frio excessivo, ventos ou geadas. Multiplica-se por sementes, enxertia ou alporquia.

http://www.esalq.usp.br/trilhas/fruti/fr28.htm