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segunda-feira, 9 de julho de 2018

NORBERT ELIAS





Sociólogo alemão (1897-1990), foi tardiamente considerado um dos principais representantes da  contemporânea, em decorrência de suas análises a respeito da influencia exercida pelas transformações históricas sobre o comportamento individual e vice-versa. Desenvolveu sua carreira acadêmica na Inglaterra depois de fugir da Alemanha nazista, em 1933.

Foi professor da Universidade de Gana, na África, nos anos de 1960, e terminou a vida em Amsterdã, na Holanda. Suas principais e mais conhecidas obras são “O processo civilizador” e “A sociedade dos indivíduos”.

Outras  publicação:  A sociedade de corte,  Os alemães, Os estabelecidos e os outsiders,Mozart: sociologia de um gênio, A peregrinação de Watteau à Ilha do Amor, O processo civilizador (2 vols.), Sobre o tempo, A sociedade dos indivíduos e A solidão dos moribundos.


A SOCIEDADE DOS INDIVÍDUOS

        Norbert Elias questiona a respeito do entendimento da palavra sociedade. Todos sabem o que se pretende dizer quando se usa a palavra “sociedade”, ou pelo menos todos pensam saber. A palavra é passada de uma pessoa para outra como uma moeda cujo valor fosse conhecido e cujo conteúdo já não precisasse ser testado. Quando uma pessoa diz “sociedade” e outra a escuta, elas se entendem sem dificuldade.
      Para Elias a ideia que temos de sociedade e a ideia que temos de indivíduo nunca chegam a unir intensamente. Para Elias nem a sociedade nem o indivíduo existem sem o outro. Um não pode existir sem o outro, nem um se pertence, coexistem ambos. Sem indivíduo não tem sociedade, sem sociedade não tem indivíduo.
    Os indivíduos são suas relações. As redes humanas se desenvolvem e se apresentam como seres humanos. O homem é um ser social, para isso dependente da companhia de outros. É necessário um alto grau de maleabilidade e adaptabilidade das funções relacionais humanas. Essa maleabilidade e adaptabilidade é uma precondição para a estrutura das relações entre as pessoas ser tão mais variável do que entre os animais. A linguagem, a fala é um ajustamento social, necessário para o ser humano o que determina a linguagem do indivíduo é a sociedade em que ele cresce.
      Os seres humanos são constituídos de uma ordem natural e de uma ordem social, essa ordem social deve sua própria existência a peculiaridade da natureza humana essa peculiaridade consiste na mobilidade e maleabilidade especial pelas quais o controle comportamental humano difere da dos animais que é algo natural, é algo herdado, portanto nos animais é um padrão fixo de controle comportamental em relação a outros seres e coisas, no ser humano tem que ser produzido entra em ação regularidades e processos automáticos que determinamos de “sociais”, em contraste com as regularidades orgânicas e naturais.

CONFIGURAÇÃO

O conceito de configuração: é uma estratégia metodológica que possibilita escapar dos ideais e das crenças pelos quais os diversos campos de conhecimento estão capturados, fragmentando e polarizando a dimensão humana. A configuração alarga os campos e os coloca em relação estreita com outras disciplinas, como a sociologia se volta para a educação, a história e a psicologia. 
       No artigo intitulado Conceitos sociológicos fundamentais, Elias mostra que o conceito de configuração compreende a formação dos indiví­duos na sua relação com os objetos simbólicos, com a transmissão da cultura e com o aprendizado de um patrimônio simbólico social. O indivíduo que não foi educado com símbolos de uma cultura, que não aprendeu uma língua ou que não inscreveu elementos sociais em seu processo de subjetivação não se desen­volve propriamente como um ser humano. Assim, devido à interdependência entre os indivíduos, mesmo em situações de desordem, caos, rompimentos ou desintegrações sociais, os indivíduos sempre acabam se agrupando em configu­rações específicas.
       O indivíduo possui dentro da sociedade um papel que já lhe vem determi­nado anteriormente ao seu nascimento. Não lhe cabe absolutamente a escolha de mudar de posição. Os indivíduos constituem uma rede de laços invisíveis, cuja circulação é limitada e dependente das funções que podem exercem dentro da configuração. Essa asso­ciação não se constitui de relações entre indivíduos, mas de relações entre fun­ções.

OBRA: PROCESSO CIVILIZADOR  
       Em O Processo Civilizador , Norbert Elias leva -nos a pensar no que aconteceria se um homem da sociedade ocidental contemporânea fosse , de repente, transportado para uma época remota, tal como o período medievo – feudal . Possivelmente descobriria nele hábitos e o dos que julga selvagem ou incivilizado em sociedades da atualidade . Tais hábitos , diferentes dos seus, não condizem com forma como foi educado, por isso os homens os abominariam . É possível que encontrasse um modo de vida muito diferente do seu, alguns hábitos e costumes lhe seriam atraentes, convenientes e aceitáveis segundo seu ponto de vista, enquanto poderia considerar outros inadequados. Estaria diante de uma sociedade que, para ele, não seria civilizada. Para este homem, civilizados são os costumes do seu tempo, de seu povo, de sua terra. Aqueles hábitos que sua sociedade abomina é que seriam considerados incivilizados, isto é, as pessoas que os praticaram, não foram educadas, refinadas para a sociedade daquele homem.
       A obra divide -se em dois volumes. O primeiro apresenta uma história dos costumes. Nele o autor analisa o desenvolvimento dos diferentes conceitos de cultura e civilização na Alemanha, Inglaterra e na França. Posteriormente explora a civilidade como transformação dos costumes, que vai em mudanças nos costumes das pessoas à mesa, no momento das refeições, na forma de comer, em relação às funções corporais, tais como espirrar ou tossir, escarrar, arrotar ou expelir gazes, até o comportamento no quarto de dormir ou no controle da agressividade. Para esta análise, Norbert Elias baseia-se principalmente em livros de boas maneiras, além de pinturas, literaturas e documentos históricos.
       Para Elias, o processo civilizador constitui uma mudança a longo prazo na conduta e sentimentos humanos rumo a uma direção  muito especifica. No entanto, reconhece que pessoas isoladas no passado não planejaram essa mudança, essa civilização, retendendo efetivá-la, gradualmente por meio de medidas conscientes, racionais, deliberadas, ao longo de séculos. Segundo Elias a civilização não é racionalização, nem um produto da raça humana nem mesmo o resultado de um planejamento a longo prazo.
       O processo civilizatório educacional que Elias analisa vai em direção ao equilíbrio entre os interesses individuais e os coletivos na sociedade, produto do autocontrole. Elias afirma que para que o homem possa ser livre e feliz, é necessário um equilíbrio mais durável, uma sintonia mais fina, entre as exigências gerais da existência social do homem, por um lado, e suas necessidades e inclinações pessoais, por outro. Dito de outra forma é preciso satisfazer as necessidades e desejos pessoais, no entanto essa satisfação não pode destoar das regras da sociedade. Se a estrutura das configurações humanas, de sua interdependência, tiver essas características, se a coexistência delas, que afinal de contas é a condição da existência individual de cada uma, funcionarem de tal maneira que seja possível a todos os assim interligados alcançar tal equilíbrio, então, e só então, poderão os seres humanos dizer a respeito de si mesmos, com alguma honestidade, que são civilizados. Até então estarão, na melhor das hipóteses, em meio ao processo de se tornarem civilizados.
       Para essas questões, Elias esclarece que nada na história indica que essa mudança tenha sido realizada racionalmente, por meio de qualquer educação intencional de pessoas isoladas ou de grupos. A transformação acontece, de maneira geral, sem planejamento algum, mas nem por isso sem um princípio específico de ordem.
       Para o autor, a civilização não é razoável, nem racional, nem irracional. A civilização é posta e mantida em movimento e mantida em movimento pela dinâmica autônoma de uma rede de relacionamentos, por mudanças específicas na maneira como as pessoas se veem obrigadas a conviver.


REFERÊNCIAS

COSTA, André Oliveira . Norbert Elias e a configuração: um conceito interdisciplinar. Revista de Sociologia Configurações. 2017, p. 34-48

OLIVEIRA, Osmar Nascimento de; OLIVEIRA, Terezinha. O processo civilizador segundo Norbert Elias. Disponível em: 

http://www.ucs.br/etc/conferencias/index.php/anpedsul/9anpedsul/paper/viewFile/1342/56
SILVA,  Afrânio; PIRES, Vinicius Mayo e outros. Sociologia em movimento. In: A sociologia e a relação entre o individuo e a sociedade.2.ed: Moderna, 2016, p. 38 a 60

SOCIOLOGIA. Norbert Elias e a sociedade dos indivíduos, 2018. Disponível em:

http://www.consciencia.org/norbert-elias-e-a-sociedade-dos-individuos

SOCIOLOGIA. O Processo Civilizador – Norbert Elias: Uma Resenha, 2013. Disponível em: < http://colunastortas.com.br/o-processo-civilizador-norbert-elias-uma-resenha/>Acesso em:  Jul, 2018

 

 

Como citar:

SANTOS, J. B. Norbert  Elias.2018. Blog Aquieducação. Disponível em: https://aquieducacao.blogspot.com/search?q=elias. Acesso em: 25 de junho de 2025. 

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) - 9394/96

 
Lei sancionada pelo Presidente da República Fernando Henrique Cardoso.
Publicada em: 20 de dezembro de 1996.

Estrutura da  Lei de Diretrizes e Bases da Educação:


TÍTULO I - Da Educação
Artigo 1º

TÍTULO II - Dos Princípios e Fins da Educação Nacional
Artigos: 2º - 3º

TÍTULO III - Do Direito à Educação e do Dever de Educar
Artigos: 4º - 5º - 6º -7º

TÍTULO IV - Da Organização da Educação Nacional
Artigos: 8º - 9º- 10 -11- 12- 13- 14- 15- 16- 17- 18- 19-20

TÍTULO V - Dos Níveis e das Modalidades de Educação e Ensino

CAPÍTULO I - Da Composição dos Níveis Escolares
Artigo. 21.

CAPÍTULO II - DA EDUCAÇÃO BÁSICA
Seção I - Das Disposições Gerais
Artigos: 22- 23- 24- 25- 26- 27- 28

Seção II - Da Educação Infantil
Artigos: 29- 30-31

Seção III - Do Ensino Fundamental
Artigos: 32- 33- 34

Seção IV - Do Ensino Médio
Artigos: 35- 36

Seção IV-A - Da Educação Profissional Técnica de Nível Médio
Artigo: 36-A

Seção V - Da Educação de Jovens e Adultos
Artigos: 37- 38

CAPÍTULO III- DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL (Da Educação Profissional e Tecnológica)
Artigos:  39- 40- 41- 42

CAPÍTULO IV - DA EDUCAÇÃO SUPERIOR
Artigos: 43- 44- 45- 46- 47- 48- 49- 50- 51- 52- 53- 54- 55- 56- 57

CAPÍTULO V - DA EDUCAÇÃO ESPECIAL
Artigos: 58- 59- 60
 
CAPÍTULO V-A - DA EDUCAÇÃO BILÍNGUE DE SURDOS
Artigos: 60-A/60-B

TÍTULO VI - Dos Profissionais da Educação
Artigos: 61- 61- 62- 63- 64- 65- 66- 67

TÍTULO VII - Dos Recursos financeiros
Artigos: 68- 69- 70- 71- 72- 73- 74- 75- 76- 77

TÍTULO VIII - Das Disposições Gerais
Artigos: 78- 79-80- 81- 82- 83- 84- 85- 86

TÍTULO IX - Das Disposições Transitórias
Artigos:  87- 88- 89- 90- 91- 92

TEXTO COMPLETO DA LEI:    http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9394.htm


Hoje com a discussão em torno do documento da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) espera-se mudanças no ensino. Tais mudanças geram dúvidas sobre como ficará a LDB depois deste processo de revisitação curricular.

Visitante na nossa mangueira – Abelhas

Molhar as plantinhas é um hábito de todas as manhãs. Não esperava uma visita na minha mangueira. Levei um susto de tantas abelhas que ali estavam!!
Ficaram apenas um dia. Foi um descanso para prosseguir viagem...
 


   


As abelhas mais populares no mundo todo são aquelas também encontradas nos produtos doces das padarias, cujo nome científico é Apis mellifera. Entretanto, há muitos tipos diferentes de abelhas. Estima-se em mais de 30.000 as espécies de abelhas do mundo. No Brasil, devemos ter cerca de 5000 espécies diferentes. Uma das características gerais das abelhas é a dependência integral de produtos florais.

Podemos tratar da diversidade de espécies de abelhas de várias maneiras diferentes. Uma delas é separar as espécies que são de hábito solitário, isto é, os adultos copulam, as fêmeas constroem um ninho, colocam ali o alimento necessário para o desenvolvimento de sua cria (um ovo colocado sobre uma mistura de pólen e néctar; a larva vai se alimentar desta mistura, e depois completar o seu desenvolvimento transformando-se em pupa e finalmente em um inseto adulto) e nunca vão conviver com seus filhos. A maioria das espécies de abelhas pertence a esta categoria. O outro extremo é ocupado pelas espécies altamente sociais, isto é, que vivem em sociedades muito bem organizadas onde existe uma rainha, responsável pela reprodução, operárias que se ocupam das outras tarefas do ninho, cuidado especializado da prole e uma sobreposição de gerações que pode permitir a uma mesma colônia viver por mais de 50 anos. As espécies sociais são menos numerosas, em torno de 1000 conhecidas até o momento.


Trecho retirado do site:
https://meliponariodapaz.blogspot.com.br/2013/01/as-abelhas-sociais-sem-ferrao.html



domingo, 12 de março de 2017

Poemas de Vinicius de Moraes

A FORMIGA
                                   Vinicius de Moraes
As coisas devem ser bem grandes
Pra formiga pequenina
A rosa, um lindo palácio
E o espinho, uma espada fina

A gota d'água, um manso lago
O pingo de chuva, um mar
Onde um pauzinho boiando
É navio a navegar

O bico de pão, o corcovado
O grilo, um rinoceronte
Uns grãos de sal derramados,
Ovelhinhas pelo monte.




AS BORBOLETAS
                Vinicius de Moraes

                                   Brancas
                               Azuis
                               Amarelas
                              E pretas
                           Brincam
                            Na luz
                            As belas
                             Borboletas.

                               Borboletas brancas
                               São alegres e francas.

         Borboletas azuis
                  Gostam muito de luz.

            As amarelinhas
              São tão bonitinhas!

              E as pretas, então...
             Oh, que escuridão!



Biografia de Vinicius de Moraes

Vinicius de Moraes (1913-1980) foi um poeta e compositor brasileiro. "Garota de Ipanema", feita em parceria com Antônio Carlos Jobim, é um hino da música popular brasileira. Foi também diplomata e dramaturgo.
Vinicius de Moraes (1913-1980) nasceu no Rio de Janeiro, no dia 19 de outubro de 1913. Filho do funcionário público e poeta Clodoaldo Pereira da Silva e da pianista Lídia Cruz. Desde cedo, já mostrava interesse por poesia. Ingressou no colégio jesuíta, Santo Inácio, onde fez os estudos secundários. Entrou para o coral da igreja, onde desenvolveu suas habilidades musicais. Em 1929, iniciou o curso de Direito da Faculdade Nacional do Rio de Janeiro.
Em 1933, ano de sua formatura, publica "O Caminho Para a Distância". Não exerceu a advocacia. Trabalhou como censor cinematográfico, até 1938, quando recebeu uma bolsa de estudos e foi para Londres. Estudou inglês e literatura na Universidade de Oxford. Trabalhou na BBC londrina até 1939.
Várias experiências conjugais marcaram a vida de Vinicius, casou-se nove vezes e teve cinco filhos. Suas esposas foram Beatriz Azevedo, Regina Pederneira, Lila Bôscoli, Maria Lúcia Proença, Nellita de Abreu, Cristina Gurjão, Gesse Gessy, Marta Rodrigues e a última, Gilda Matoso.
Em 1943 é aprovado no concurso para Diplomata. Vai para os Estados Unidos, onde assume o posto de vice-cônsul em Los Angeles. Escreve o livro "Cinco Elegias". Serviu sucessivamente em Paris, em 1953, em Montevidéu, e novamente em Paris, em 1963. Volta para o Brasil em 1964. É aposentado compulsoriamente em 1968, pelo Ato Institucional Número Cinco.
De volta ao Brasil, dedica-se à poesia e à música popular brasileira. Fez parcerias musicais com Toquinho, Tom Jobim, Baden Powell, João Gilberto, Francis Hime, Carlos Lyra e Chico Buarque. Entre suas músicas destacam-se: "Garota de Ipanema", "Gente Humilde", "Aquarela", "A Casa", "Arrastão", "A Rosa de Hiroshima", "Berimbau", "A Tonga da Mironga do Kaburetê", "Canto de Ossanha", "Insensatez", "Eu Sei Que Vou Te Amar" e "Chega de Saudade".
Compôs a trilha sonora do filme Orfeu Negro, que foi premiado com a Palma de Ouro no Festival de Cinema de Cannes e o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro. Em 1961, compõe Rancho das Flores, baseado no tema Jesus, Alegria dos Homens, de Johann Sebastian Bach. Com Edu Lobo, ganha o Primeiro Festival Nacional de Música Popular Brasileira, com a música "Arrastão".
A parceria com o músico Toquinho foi considerada a mais produtiva. Rendeu músicas importantes como "Aquarela", "A Casa", "As Cores de Abril", "Testamento", "Maria Vai com as Outras", "Morena Flor", "A Rosa Desfolhada", "Para Viver Um Grande Amor" e "Regra Três".
É preciso destacar também sua participação em shows e gravações com cantores e compositores importantes como Chico Buarque de Hollanda, Elis Regina, Dorival Caymmi, Maria Creuza, Miúcha e Maria Bethânia. O Álbum Arca de Noé foi lançado em 1980 e teve vários intérpretes, cantando músicas de cunho infantil. Esse Álbum originou um especial para a televisão.
A produção poética de Vinícius passou por duas fases. A primeira é carregada de misticismo e profundamente cristã, como expressa em "O Caminho para a Distância" e em "Forma e Exegese". A segunda fase vai ao encontro do cotidiano, e nela se ressalta a figura feminina e o amor, como em "Ariana, A Mulher".
Vinícius também se inclina para os grandes temas sociais do seu tempo. O carro chefe é "A Rosa de Hiroshima". A parábola "O Operário em Construção" alinha-se entre os maiores poemas de denúncia da literatura nacional: Pensem na crianças/Mudas telepáticas/Pensem nas mulheres/Rotas alteradas/Pensem nas feridas /Como rosas cálidas.
Marcus Vinícius de Mello Moraes morreu no Rio de Janeiro, no dia 09 de julho de 1980, devido a problemas decorrentes de isquemia cerebral.

Obra de Vinícius de Moraes

O Caminho Para a Distância, poesia, 1933
Forma e Exegese, poesia, 1936
Novos Poemas, poesia, 1938
Cinco Elegias, poesia, 1943
Poemas, Sonetos e Baladas, poesia, 1946
Pátria Minha, poesia, 1949
Orfeu da Conceição, teatro, em versos, 1954
Livro de Sonetos, poesia, 1956
Pobre Menina Rica, teatro, comédia musicada, 1962
O Mergulhador, poesia, 1965
Cordélia e O Peregrino, tearo, em versos, 1965
A Arca de Noé, poesia, 1970
Chacina de Barros Filho, teatro, drama
O Dever e o Haver
Para Uma Menina com uma Flor, poesia
Para Viver um Grande Amor, poesia
Ariana, a Mulher, poesia
Antologia Poética
Novos Poemas II

Retirado do site:
https://www.ebiografia.com/vinicius_de_moraes/                                       

domingo, 28 de agosto de 2016