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terça-feira, 21 de dezembro de 2021

LDB 9394/96 . Da Educação

                                                           

Art. 1º A educação abrange os processos formativos que se desenvolvem na vida familiar, na convivência humana, no trabalho, nas instituições de ensino e pesquisa, nos movimentos sociais e organizações da sociedade civil e nas manifestações culturais.

§ 1º Esta Lei disciplina a educação escolar, que se desenvolve, predominantemente, por meio do ensino, em instituições próprias.

§ 2º A educação escolar deverá vincular-se ao mundo do trabalho e à prática social.

 

 

Fonte: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm

 

O texto da LDB Nº 939496 encontra-se em processo de revisitação curricular. 

 

terça-feira, 19 de maio de 2020

COVID-19: O Mundo, o Brasil e o Amapá


       Pesquisas científicas de diversas patologias vêm sendo estudadas ao longo dos tempos desde a idade antiga até os dias atuais. Os pesquisadores buscam compreender e aprofundar o quadro clínico, período de incubação, tratamento e profilaxia como forma de controlar qualquer doença. Neste texto, pretende-se entender e descrever o momento vivenciado pela humanidade atual em relação a um vírus que está assolando vidas humanas no planeta Terra e mostrando seu alto grau de letalidade, o coronavírus.
       A COVID-19 é uma doença causada pelo coronavírus SARS-CoV-2, que apresenta um quadro clínico que varia de infecções assintomáticas a quadros respiratórios graves. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a maioria dos pacientes com COVID-19 (cerca de 80%) podem ser assintomáticos e cerca de 20% dos casos podem requerer atendimento hospitalar por apresentarem dificuldade respiratória e desses casos aproximadamente 5% podem necessitar de suporte para o tratamento de insuficiência respiratória (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2020).
       Em 1937 foram isolados os primeiros coronavírus humanos, contudo foi somente em 1965 que o vírus foi descrito como coronavírus, em decorrência do perfil na microscopia, parecendo uma coroa. Agora, em dezembro de 2019, foi descoberto o novo agente do coronavírus após casos registrados na China, e logo foi identificada de COVID-19 (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2020).
       Surgida pela primeira vez em dezembro na China, a doença logo se propagou devida a globalização mundial. Segundo a pesquisa realizada pelos estudiosos Lima et al. (2020), a patologia COVID-19 chegou à América Latina no mês de fevereiro de 2020, quando o Ministério da Saúde do Brasil confirmou o primeiro caso da doença, de um senhor de 61 anos, que havia retornado de uma viagem a Lombardia, na Itália. Os sintomas da COVID-19 podem variar de um simples resfriado até uma pneumonia severa. Sendo os sintomas mais comuns são: tosse seca, febre, coriza, dor de garganta, dificuldade para respirar. Alguns estudos apontam que a transmissão acontece de uma pessoa doente para outra ou por contato próximo por meio de: toque do aperto de mão, gotículas de saliva, espirro, tosse, catarro, objetos ou superfícies contaminadas, como celulares, mesas, maçanetas, brinquedos, teclados de computador etc. (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2020).

                                                  Image. https://pebmed.com.br/quais-as-mutacoes-geneticas-do-coronavirus-sars-cov-2/

       Pelo mundo as pessoas acompanham os números alarmantes de contaminados e óbitos desde os primeiros relatos da cidade de Wuhan na China e sua expansão progressiva, assim o mundo voltou seu olhar para uma pandemia. Lima et al. (2020), em seus estudos, aplicaram um questionário com perguntas fechadas para avaliar os aspectos comportamentais e as crenças da população cearense frente à pandemia de COVID-19. Uma das perguntas feitas era sobre “o que os participantes pensavam a respeito da nova pandemia quanto a contaminação no Brasil?”, no total de 2.259 participantes, a maioria era do sexo feminino (68,1%), solteiros (49%), na faixa etária de 20-39 anos (61,6%), com ensino superior completo ou incompleto (47,3%), com atuação na área da saúde (29,5%) , dos participantes 43,4% acreditavam que será semelhante aos países mais afetados do mundo.
       Em proporções devastadoras, o novo coronavírus contamina e ceifa milhares de vidas no planeta diariamente, por isso tornou-se uma das patologias mais agressiva na atualidade. No dia 26 de março de 2020, o Ministério da Saúde registrou que o Brasil tinha 2.915 casos confirmados da COVID-19 e 77 óbitos. Lima et al. (2020), afirmam que na metade do mês de abril, já haviam ocorrido mais de 2 milhões de casos e 120 mil mortes no mundo por COVID-19; neste período o Brasil tinha cerca de 21 mil casos confirmados e 1.200 mortes pela COVID-19. Em comparação com as notícias atuais (19/05), destaca-se que o Brasil é o terceiro país com o maior número de casos confirmados de coronavírus (271.885) superando o Reino Unido, França e Itália. E, em relação a número de óbitos os Estados Unidos lidera (93.533), seguido de Reino Unido (35.34), Itália (32.169), França (28.022), Espanha (27.778) e Brasil (17.971).
       Dos estados brasileiros, São Paulo tem 65.995 infectados e 5.147 óbitos, Ceará com 28.112 de pessoas contaminadas e 1.856 óbitos, Rio de Janeiro com 27.805 contaminados e 3.079 óbitos, Amazonas apresenta 22.132 casos de pessoas contaminadas e 1.491 óbitos e Pernambuco com 21.142 contaminados e 1.741 óbitos. Neste cenário, o Estado do Amapá, aparece no décimo quinto lugar de casos da COVID-19 contabilizando 4.310 casos de contaminados e 136 óbitos. Ressalta-se que o Estado do Amapá teve seu primeiro caso de COVID-19 confirmado no dia 20 de março de 2020, sendo que o primeiro óbito registrado no dia 04 de abril de 2020.
       Para prevenção o Ministério da Sáude (2020) recomenda as seguintes ações: lavar as mãos com frequência até a altura dos punhos, com água e sabão, ou então higienize com álcool em gel 70%; ao tossir ou espirrar, cubra nariz e boca com lenço ou com o braço, e não com as mãos; evitar tocar olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas; ao tocar, lave sempre as mãos como já indicado; Manter uma distância mínima de cerca de 2 metros de qualquer pessoa tossindo ou espirrando; evitar abraços, beijos e apertos de mãos; adotar um comportamento amigável sem contato físico, mas sempre com um sorriso no rosto; higienizar com frequência o celular e os brinquedos das crianças; não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres, toalhas, pratos e copos; Manter os ambientes limpos e bem ventilados; evitar circulação desnecessária nas ruas, estádios, teatros, shoppings, shows, cinemas e igrejas; se estiver doente, evitar contato físico com outras pessoas, principalmente idosos e doentes crônicos, e fique em casa até melhorar; dormir bem e tenha uma alimentação saudável; Utilizar máscaras caseiras ou artesanais feitas de tecido em situações de saída de sua residência.
       Diante das evidências, da pandemia do novo coronavírus, é importante a pessoa estar atualizada para entender sobre a patologia e obter conhecimentos sobre a melhor maneira de se prevenir. Uma notícia promissora que está circulando na internet esses dias, diz respeito aos primeiros testes em humanos de uma vacina para Covid-19 com resultados positivos qualificado pela empresa americana de biotecnologia Moderna. Todavia, ainda é muito cedo para extrair qualquer resultado final, mas que esta onda da pandemia passará e parafraseando o filosofo Heráclito de Parmênides “o mundo não será como era antes”.

REFERÊNCIAS
BRASIL, Ministério da Saúde (MS). Coronavírus (COVID-19). 2020.  Disponível no site:<;https://coronavirus.saude.gov.br/sobre-a-doenca#o-que-e-covid>. Acesso em: 18 de mai. 2020.
CONGRESSO EM FOCO. PAINEL COVID. 2020. Disponível na internet:<https://congressoemfoco.uol.com.br/covid19/graficos/>. Acesso em: 18 de mai.2020.
DIÁRIO DO AMAPÁ. Amapá registra 29 casos de covid-19 e o primeiro óbito pela doença. 2020. Disponível na internet:<https://www.diariodoamapa.com.br/cadernos/cidades/amapa-registra-29-casos-de-covid-19-e-o-primeiro-obito-pela-doenca/>. Acesso em: 19 de mai.2020.
GOVERNO DO ESTADO DO AMAPÁ. Coronavírus: primeiro caso é confirmado no Amapá. 2020. Disponível na internet: <https://www.portal.ap.gov.br/noticia/2003/coronavirus-primeiro-caso-e-confirmado-no-amapa>. Acesso em: 19 de mai.2020.
JORNAL DIGITAL O DIA. Casos e mortes por coronavírus no Brasil. Disponível na internet:< https://odia.ig.com.br/mobile/mundo-e-ciencia/coronavirus/mapa>. Acesso em: 19 de mai. 2020. 
LIMA, Danilo LF, et al. COVID-19 no estado do Ceará, Brasil: comportamentos e crenças na chegada da pandemia. Ciênc. saúde coletiva vol.25 no.5 Rio de Janeiro, p. 1575- 1586,  2020. Disponível no site : . Acesso em: 18 mai.2020.
WORLDOMETER. COVID-19 Coronavirus Pandemic. Disponível na internet:< https://www.worldometers.info/coronavirus/>. Acesso em 19 de mai.2020.
 

segunda-feira, 9 de julho de 2018

NORBERT ELIAS





Sociólogo alemão (1897-1990), foi tardiamente considerado um dos principais representantes da  contemporânea, em decorrência de suas análises a respeito da influencia exercida pelas transformações históricas sobre o comportamento individual e vice-versa. Desenvolveu sua carreira acadêmica na Inglaterra depois de fugir da Alemanha nazista, em 1933.

Foi professor da Universidade de Gana, na África, nos anos de 1960, e terminou a vida em Amsterdã, na Holanda. Suas principais e mais conhecidas obras são “O processo civilizador” e “A sociedade dos indivíduos”.

Outras  publicação:  A sociedade de corte,  Os alemães, Os estabelecidos e os outsiders,Mozart: sociologia de um gênio, A peregrinação de Watteau à Ilha do Amor, O processo civilizador (2 vols.), Sobre o tempo, A sociedade dos indivíduos e A solidão dos moribundos.


A SOCIEDADE DOS INDIVÍDUOS

        Norbert Elias questiona a respeito do entendimento da palavra sociedade. Todos sabem o que se pretende dizer quando se usa a palavra “sociedade”, ou pelo menos todos pensam saber. A palavra é passada de uma pessoa para outra como uma moeda cujo valor fosse conhecido e cujo conteúdo já não precisasse ser testado. Quando uma pessoa diz “sociedade” e outra a escuta, elas se entendem sem dificuldade.
      Para Elias a ideia que temos de sociedade e a ideia que temos de indivíduo nunca chegam a unir intensamente. Para Elias nem a sociedade nem o indivíduo existem sem o outro. Um não pode existir sem o outro, nem um se pertence, coexistem ambos. Sem indivíduo não tem sociedade, sem sociedade não tem indivíduo.
    Os indivíduos são suas relações. As redes humanas se desenvolvem e se apresentam como seres humanos. O homem é um ser social, para isso dependente da companhia de outros. É necessário um alto grau de maleabilidade e adaptabilidade das funções relacionais humanas. Essa maleabilidade e adaptabilidade é uma precondição para a estrutura das relações entre as pessoas ser tão mais variável do que entre os animais. A linguagem, a fala é um ajustamento social, necessário para o ser humano o que determina a linguagem do indivíduo é a sociedade em que ele cresce.
      Os seres humanos são constituídos de uma ordem natural e de uma ordem social, essa ordem social deve sua própria existência a peculiaridade da natureza humana essa peculiaridade consiste na mobilidade e maleabilidade especial pelas quais o controle comportamental humano difere da dos animais que é algo natural, é algo herdado, portanto nos animais é um padrão fixo de controle comportamental em relação a outros seres e coisas, no ser humano tem que ser produzido entra em ação regularidades e processos automáticos que determinamos de “sociais”, em contraste com as regularidades orgânicas e naturais.

CONFIGURAÇÃO

O conceito de configuração: é uma estratégia metodológica que possibilita escapar dos ideais e das crenças pelos quais os diversos campos de conhecimento estão capturados, fragmentando e polarizando a dimensão humana. A configuração alarga os campos e os coloca em relação estreita com outras disciplinas, como a sociologia se volta para a educação, a história e a psicologia. 
       No artigo intitulado Conceitos sociológicos fundamentais, Elias mostra que o conceito de configuração compreende a formação dos indiví­duos na sua relação com os objetos simbólicos, com a transmissão da cultura e com o aprendizado de um patrimônio simbólico social. O indivíduo que não foi educado com símbolos de uma cultura, que não aprendeu uma língua ou que não inscreveu elementos sociais em seu processo de subjetivação não se desen­volve propriamente como um ser humano. Assim, devido à interdependência entre os indivíduos, mesmo em situações de desordem, caos, rompimentos ou desintegrações sociais, os indivíduos sempre acabam se agrupando em configu­rações específicas.
       O indivíduo possui dentro da sociedade um papel que já lhe vem determi­nado anteriormente ao seu nascimento. Não lhe cabe absolutamente a escolha de mudar de posição. Os indivíduos constituem uma rede de laços invisíveis, cuja circulação é limitada e dependente das funções que podem exercem dentro da configuração. Essa asso­ciação não se constitui de relações entre indivíduos, mas de relações entre fun­ções.

OBRA: PROCESSO CIVILIZADOR  
       Em O Processo Civilizador , Norbert Elias leva -nos a pensar no que aconteceria se um homem da sociedade ocidental contemporânea fosse , de repente, transportado para uma época remota, tal como o período medievo – feudal . Possivelmente descobriria nele hábitos e o dos que julga selvagem ou incivilizado em sociedades da atualidade . Tais hábitos , diferentes dos seus, não condizem com forma como foi educado, por isso os homens os abominariam . É possível que encontrasse um modo de vida muito diferente do seu, alguns hábitos e costumes lhe seriam atraentes, convenientes e aceitáveis segundo seu ponto de vista, enquanto poderia considerar outros inadequados. Estaria diante de uma sociedade que, para ele, não seria civilizada. Para este homem, civilizados são os costumes do seu tempo, de seu povo, de sua terra. Aqueles hábitos que sua sociedade abomina é que seriam considerados incivilizados, isto é, as pessoas que os praticaram, não foram educadas, refinadas para a sociedade daquele homem.
       A obra divide -se em dois volumes. O primeiro apresenta uma história dos costumes. Nele o autor analisa o desenvolvimento dos diferentes conceitos de cultura e civilização na Alemanha, Inglaterra e na França. Posteriormente explora a civilidade como transformação dos costumes, que vai em mudanças nos costumes das pessoas à mesa, no momento das refeições, na forma de comer, em relação às funções corporais, tais como espirrar ou tossir, escarrar, arrotar ou expelir gazes, até o comportamento no quarto de dormir ou no controle da agressividade. Para esta análise, Norbert Elias baseia-se principalmente em livros de boas maneiras, além de pinturas, literaturas e documentos históricos.
       Para Elias, o processo civilizador constitui uma mudança a longo prazo na conduta e sentimentos humanos rumo a uma direção  muito especifica. No entanto, reconhece que pessoas isoladas no passado não planejaram essa mudança, essa civilização, retendendo efetivá-la, gradualmente por meio de medidas conscientes, racionais, deliberadas, ao longo de séculos. Segundo Elias a civilização não é racionalização, nem um produto da raça humana nem mesmo o resultado de um planejamento a longo prazo.
       O processo civilizatório educacional que Elias analisa vai em direção ao equilíbrio entre os interesses individuais e os coletivos na sociedade, produto do autocontrole. Elias afirma que para que o homem possa ser livre e feliz, é necessário um equilíbrio mais durável, uma sintonia mais fina, entre as exigências gerais da existência social do homem, por um lado, e suas necessidades e inclinações pessoais, por outro. Dito de outra forma é preciso satisfazer as necessidades e desejos pessoais, no entanto essa satisfação não pode destoar das regras da sociedade. Se a estrutura das configurações humanas, de sua interdependência, tiver essas características, se a coexistência delas, que afinal de contas é a condição da existência individual de cada uma, funcionarem de tal maneira que seja possível a todos os assim interligados alcançar tal equilíbrio, então, e só então, poderão os seres humanos dizer a respeito de si mesmos, com alguma honestidade, que são civilizados. Até então estarão, na melhor das hipóteses, em meio ao processo de se tornarem civilizados.
       Para essas questões, Elias esclarece que nada na história indica que essa mudança tenha sido realizada racionalmente, por meio de qualquer educação intencional de pessoas isoladas ou de grupos. A transformação acontece, de maneira geral, sem planejamento algum, mas nem por isso sem um princípio específico de ordem.
       Para o autor, a civilização não é razoável, nem racional, nem irracional. A civilização é posta e mantida em movimento e mantida em movimento pela dinâmica autônoma de uma rede de relacionamentos, por mudanças específicas na maneira como as pessoas se veem obrigadas a conviver.


REFERÊNCIAS

COSTA, André Oliveira . Norbert Elias e a configuração: um conceito interdisciplinar. Revista de Sociologia Configurações. 2017, p. 34-48

OLIVEIRA, Osmar Nascimento de; OLIVEIRA, Terezinha. O processo civilizador segundo Norbert Elias. Disponível em: 

http://www.ucs.br/etc/conferencias/index.php/anpedsul/9anpedsul/paper/viewFile/1342/56
SILVA,  Afrânio; PIRES, Vinicius Mayo e outros. Sociologia em movimento. In: A sociologia e a relação entre o individuo e a sociedade.2.ed: Moderna, 2016, p. 38 a 60

SOCIOLOGIA. Norbert Elias e a sociedade dos indivíduos, 2018. Disponível em:

http://www.consciencia.org/norbert-elias-e-a-sociedade-dos-individuos

SOCIOLOGIA. O Processo Civilizador – Norbert Elias: Uma Resenha, 2013. Disponível em: < http://colunastortas.com.br/o-processo-civilizador-norbert-elias-uma-resenha/>Acesso em:  Jul, 2018

 

 

Como citar:

SANTOS, J. B. Norbert  Elias.2018. Blog Aquieducação. Disponível em: https://aquieducacao.blogspot.com/search?q=elias. Acesso em: 25 de junho de 2025. 

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) - 9394/96

 
Lei sancionada pelo Presidente da República Fernando Henrique Cardoso.
Publicada em: 20 de dezembro de 1996.

Estrutura da  Lei de Diretrizes e Bases da Educação:


TÍTULO I - Da Educação
Artigo 1º

TÍTULO II - Dos Princípios e Fins da Educação Nacional
Artigos: 2º - 3º

TÍTULO III - Do Direito à Educação e do Dever de Educar
Artigos: 4º - 5º - 6º -7º

TÍTULO IV - Da Organização da Educação Nacional
Artigos: 8º - 9º- 10 -11- 12- 13- 14- 15- 16- 17- 18- 19-20

TÍTULO V - Dos Níveis e das Modalidades de Educação e Ensino

CAPÍTULO I - Da Composição dos Níveis Escolares
Artigo. 21.

CAPÍTULO II - DA EDUCAÇÃO BÁSICA
Seção I - Das Disposições Gerais
Artigos: 22- 23- 24- 25- 26- 27- 28

Seção II - Da Educação Infantil
Artigos: 29- 30-31

Seção III - Do Ensino Fundamental
Artigos: 32- 33- 34

Seção IV - Do Ensino Médio
Artigos: 35- 36

Seção IV-A - Da Educação Profissional Técnica de Nível Médio
Artigo: 36-A

Seção V - Da Educação de Jovens e Adultos
Artigos: 37- 38

CAPÍTULO III- DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL (Da Educação Profissional e Tecnológica)
Artigos:  39- 40- 41- 42

CAPÍTULO IV - DA EDUCAÇÃO SUPERIOR
Artigos: 43- 44- 45- 46- 47- 48- 49- 50- 51- 52- 53- 54- 55- 56- 57

CAPÍTULO V - DA EDUCAÇÃO ESPECIAL
Artigos: 58- 59- 60
 
CAPÍTULO V-A - DA EDUCAÇÃO BILÍNGUE DE SURDOS
Artigos: 60-A/60-B

TÍTULO VI - Dos Profissionais da Educação
Artigos: 61- 61- 62- 63- 64- 65- 66- 67

TÍTULO VII - Dos Recursos financeiros
Artigos: 68- 69- 70- 71- 72- 73- 74- 75- 76- 77

TÍTULO VIII - Das Disposições Gerais
Artigos: 78- 79-80- 81- 82- 83- 84- 85- 86

TÍTULO IX - Das Disposições Transitórias
Artigos:  87- 88- 89- 90- 91- 92

TEXTO COMPLETO DA LEI:    http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9394.htm


Hoje com a discussão em torno do documento da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) espera-se mudanças no ensino. Tais mudanças geram dúvidas sobre como ficará a LDB depois deste processo de revisitação curricular.

Visitante na nossa mangueira – Abelhas

Molhar as plantinhas é um hábito de todas as manhãs. Não esperava uma visita na minha mangueira. Levei um susto de tantas abelhas que ali estavam!!
Ficaram apenas um dia. Foi um descanso para prosseguir viagem...
 


   


As abelhas mais populares no mundo todo são aquelas também encontradas nos produtos doces das padarias, cujo nome científico é Apis mellifera. Entretanto, há muitos tipos diferentes de abelhas. Estima-se em mais de 30.000 as espécies de abelhas do mundo. No Brasil, devemos ter cerca de 5000 espécies diferentes. Uma das características gerais das abelhas é a dependência integral de produtos florais.

Podemos tratar da diversidade de espécies de abelhas de várias maneiras diferentes. Uma delas é separar as espécies que são de hábito solitário, isto é, os adultos copulam, as fêmeas constroem um ninho, colocam ali o alimento necessário para o desenvolvimento de sua cria (um ovo colocado sobre uma mistura de pólen e néctar; a larva vai se alimentar desta mistura, e depois completar o seu desenvolvimento transformando-se em pupa e finalmente em um inseto adulto) e nunca vão conviver com seus filhos. A maioria das espécies de abelhas pertence a esta categoria. O outro extremo é ocupado pelas espécies altamente sociais, isto é, que vivem em sociedades muito bem organizadas onde existe uma rainha, responsável pela reprodução, operárias que se ocupam das outras tarefas do ninho, cuidado especializado da prole e uma sobreposição de gerações que pode permitir a uma mesma colônia viver por mais de 50 anos. As espécies sociais são menos numerosas, em torno de 1000 conhecidas até o momento.


Trecho retirado do site:
https://meliponariodapaz.blogspot.com.br/2013/01/as-abelhas-sociais-sem-ferrao.html